Quem caminha só, costuma ir mais rápido. Mas quem caminha acompanhado, costuma ir mais longe. Pode ser que ao longo da jornada algum obstáculo exija uma habilidade ou competência que você não tem. E todos, sem exceção, passam por momentos assim. Daí a importância em se formar um time.

Por que times, e não grupos de estudo?

Times…

“All that is gold does not glitter, Not all those who wander are lost” — Gandalf

Por que se envolver num projeto de pesquisa?

Pela minha experiência de ensino a maioria dos estudantes de ensino médio, ou mesmo os que chegam à uma universidade, jamais têm a oportunidade de participar de um projeto de pesquisa. Aliás, com a massificação das universidades, muitos estudantes permanecem perdidos durante quase a totalidade da vida acadêmica, quando ao…

O que é a taxonomia de Bloom?

A taxonomia é uma classificação de diferentes objetivos/habilidades que educadores utilizam para auxiliar a si mesmos e a seus estudantes no processo de ensino-aprendizado. A taxonomia de domínios cognitivos foi proposta em 1956 por Benjamin Bloom, que era um psicólogo educacional da Universidade de Chicago. A hierarquia original foi revisada…

Por que é importante tomar notas durante o aprendizado?

A maior parte das pessoas costuma achar que tomam notas para recordarem o que foi discutido, mas a função de uma nota vai além disso. Ao anotar, selecionamos cautelosamente a informação que está sendo exposta, e registramos essas informações de acordo com a nossa compreensão de como aquele novo conhecimento…

O que são Mapas Mentais?

É uma ferramenta de aprendizado e autoconhecimento — inventada por Tony Buzan — que faz uso de palavras-chave e imagens-chave que desencadeiam e estimulam o acesso a fatos, ideias e informações em geral.

Em que os Mapas Mentais podem ser utilizados?

Para quase qualquer propósito na vida: preparação para uma prova, elaboração de apresentações, geração de ideias, gerenciamento…

As pessoas tendem a pensar que é melhor ter menos pesquisas com maior qualidade, mas na verdade é a grande quantidade de pesquisadores que eventualmente permite o surgimento de pesquisas melhores e de mais impacto. Isso parece fazer um sentido óbvio em termos individuais, mas faz ainda mais quando pensamos coletivamente. É frustrante para o nosso ego, mas a verdade é que com frequência a fragilidade das nossas pesquisas irá gerar uma melhoria do grupo - em detrimento do indivíduo. Trabalho com pesquisa no ensino profissionalizante, e só recentemente - graças às reflexões que você propõe - comecei a entender qual é o meu papel nessa engrenagem. Em tempo, lerei em breve o livro do Kuhn. Obrigado pela partilha!

Rafael Moraes

Quando sonho às vezes me lembro de como voar.

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